Variações sobre o mesmo tema: torta de cenoura

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Passou das duas da matina, estou cansada e com sono, mas acho que vale fazer o post dessa torta agora. Porque sei que vou acordar tarde, esbaforida pra resolver um monte de pendências e acabaria desistindo de fazer essa postagem. E a dica é que vc faça essa torta neste final de semana.

Gente, eu amei essa receita que me foi enviada por uma amiga! Pela simplicidade (adoro receitas fáceis e rápidas) e pelo resultado surpreendente. A proposta original é de uma torta de cenoura com manjericão. Na primeira vez em que fiz fiquei decepcionada porque salguei demais (nunca sei bem qual a proporção do “à gosto”). Mas deu pra perceber o potencial da receita.

Depois disso, ganhei de presente, da mesma amiga que me enviou a receita, uma caixinha linda em forma de ursinho com pedaços dessa torta (com sal na medida certa) cortados em formato de coração. Do jeitinho que ela costuma fazer pra sua filhota. Fiquei ainda mais animada a tentar novamente, porque adorei a ideia de cortar a torta em formatos diferentes e principalmente porque é de fato uma delícia.

E lá fui eu. Mas tive que fazer uma pequena (e considerável) mudança. Meu pé de manjericão morreu e ainda não providenciei outro. E nos mercados pelos quais passei, os maços estavam bem feios. Então resolvi fazer sem manjericão mesmo e pra ressaltar o sabor, dobrei a quantidade de queijo pedida na receita e troquei o parmesão pelo tipo grana.

Adorei o resultado e estou pensando em fazer uma versão com gorgonzola!

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Torta de cenoura e queijo

Ingredientes:

3 xícaras (chá) de cenoura ralada no ralo grosso
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1/2 xícara (chá) de óleo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 xícara (chá) de queijo tipo grana ralado (saquinho de 100g – comprei no Pão de Açúcar)
4 ovos batidos
1 cebola picada
sal e pimenta-do-reino a gosto (Coloquei uma colher rasa (chá) de sal. Não usei pimenta)

Modo de preparo:

Ponha no liquidificador o óleo, o queijo, o sal e os ovos. Bata até ficar homogêneo.

Numa tigela misture a farinha com o fermento. Adicione a mistura do liquidificador e misture bem com um fouet (batedor manual) ou uma colher grande). Junte a cenoura e a cebola e misture delicadamente. Corrija o sal e despeje em um refratário untado com manteiga. Leve ao forno médio preaquecido até dourar. Sirva frio ou quente.

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Torta de grão de bico com palmito para um pic nic

Vegetarianos comem o quê? Este é o nome do blog no qual encontrei a receita da torta de grão de bico com palmito que levei num delicioso pic nic no Parque da Água Branca, na Zona Oeste de São Paulo (SP). Acreditem, existe uma boa quantidade de opções vegetarianas saborosas e nutritivas que vão além do prato de salada. Acho até que hoje me alimento muito melhor do que quando eu comia salsichas, hambúrgueres e chickenitos. Hoje estão no meu cardápio diversos tipos de grãos, cogumelos, verduras, legumes e muitos outros ingredientes que se transformam em pratos deliciosos que não pesam na minha consciência e colaboram com a minha saúde.

E engana-se quem acha que deixo de participar de atividades sociais por conta dessa minha decisão. Em qualquer lugar é possível se virar numa boa. Pelo menos pra mim, por enquanto, não está difícil.

Para o pic nic, procurei uma receita diferente que agradasse também aos que não são vegetarianos. E pelos comentários que recebi, o pessoal adorou. Tanto que, a pedidos, aqui vai a receitinha! Mas antes, vale a pena ver o video com o passo a passo:

Torta de grão de bico com palmito (com mínimas alterações) 

Ingredientes da massa:

250 gramas de grão de bico
1/2 kilo de batata
4 colheres de sopa de farinha de arroz (usei creme de arroz)
2 cebolas picadas
4 dentes de alho espremidos
Sal, molho de pimenta, orégano, cheiro verde e cebolinha a gosto (não usei cebolinha e coloquei muuuito cheiro verde, que eu chamo de salsinha)
4 ou 5 colheres de óleo (usei azeite)
Farinha de rosca

Modo de preparo:

Cozinhe o grão de bico e, ainda úmido, amasse bem com o garfo ou passe pelo processador (amassei no garfo, mas com um processador seria perfeito)
Cozinhe a batata e passe-a pelo espremedor de batatas.
Em uma panela, refogue no óleo a cebola e o alho até dourarem. Acrescente a batata e o grão de bico e mexa bem. Coloque a farinha de arroz e os temperos, mexa até que fique tudo bem misturado.
Unte a forma com um pouco de óleo e farinha de rosca. Coloque metade da massa na forma, depois o recheio e o restante da massa por cima. Polvilhe farinha de rosca por cima e, se preferir, enfeite com tiras de tomate. Leve ao forno médio por aproximadamente 40 minutos, ou até que fique dourada.

Ingredientes de recheio:

– palmito (usei um vidro de 300g drenado)

– ervilha (usei uma lata)

– tomate picado (usei 5 tomates italianos)

– azeitona (não pesei, mas usei um punhado, cerca de meia xícara)

– cebola (usei uma cebola grande bem picadinha)

– alho (usei 4 dentes grandes)

– temperos verdes (usei salsinha)

Modo de preparo:

Doure a cebola e o alho e depois refogue os tomates picados.

Acrescente o palmito e os demais ingredientes.

Mexa bem, mas não deixe secar muito, para que fique cremoso. O importante é o palmito ficar molinho.

Vamos fazer pic nic!Quando eu era criança, minha família tinha o hábito de viajar quase todos os finais de semana pra pescar, acampar e visitar parentes. Naquela época, quando a viagem era longa, na hora do almoço meu pai encostava o carro numa beira de estrada, em alguma linda área verde e cheia de árvores. Embaixo de uma delas, estendíamos uma toalha bem grandona, comíamos um monte de guloseimas e tirávamos um cochilo antes de prosseguir. Hoje em dia, infelizmente, fazer isso me parece bastante perigoso.

Mas agora, temos os parques! E em São Paulo não faltam boas opções para fazer um belo pic nic, seja uma simples confraternização entre amigos ou uma baita festa de aniversário.

Algumas opções:

Parque da Água Branca | Av. Francisco Matarazzo, 455 | Tel.: (11) 3865-4130 | Todos os dias, das 6h às 22h

Tem mesas compridas de madeira numa área tranquila, apesar de ser perto das grades que dão pra Av. Francisco Matarazzo. Fui num domingo, por volta das 10h. Estava cheio, mas sem muvuca. O parque tem um quê de antigo, com muitos (e bons) artistas populares e vários carrinhos de pipocas, sanduíches, sorvetes e até de churros. E quem segue uma linha mais saudável, vai se interessar pela feirinha de produtos orgânicos. É proibida a entrada de bicicletas e cachorros.

Parque Villa-Lobos | Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2.001 | Tel.: (11) 3023-0316 / 3023-2229 | Todos os dias, das 6h às 18h

Já fiz pic nic lá também. Achei as mesas pequenas, mas o parque é amplo e com muitas áreas verdes planas. Se a grama não estiver molhada (fui num dia ensolarado, mas depois de uma noite de muita chuva…) deve ser legal estender uma toalha no chão mesmo, ao pé de uma árvore, como eu fazia quando era criança. O parque é ótimo pra pedalar, patinar e levar cachorros (eles adoram correr por lá!).

Parque do Piqueri | Rua Tuiuti, 515 – Tatuapé | Tel.: (11) 6197-2213 | Todos os dias, das 6h às 18h

Este parque é bonito e bem tranquilo também. Fiz um ensaio fotográfico lá com pic nic no chão. Mas o parque tem área com mesas de madeira.

Parque da Aclimação | Rua Muniz de Souza, 1119 | Todos os dias, das 5h às 20h

Tenho muita saudade de quando eu morava pertinho desse parque. Pra chegar eram 10 minutinhos à pé. O lugar é pequeno, mas tem alguns pontos pra estender uma toalha e fazer um pic nic gostoso. Só não me lembro se tem mesas.

Parque Alfredo Volpi | Rua Eng. Oscar Americano, 480 – Morumbi | Tel.: (11) 3031-705 | Todos os dias, das 6h às 18h

As áreas reservadas para pic nic nesse parque são bem privativas. Dá pra fazer uma bela festa, como esta que fotografei lá.

Estas são apenas algumas sugestões! Confira outras opções de parques aqui.

Nova Gokula: para alimentar o espírito, o corpo e a alma

O final do ano passado foi realmente caótico e confesso que não consegui dar conta deste blog. Acontece quando uma pessoa atrapalhada, como eu, resolve fazer mil coisas ao mesmo tempo. Mas neste primeiro post de 2012, desejo a todos os que ainda passam por aqui um ano de muita luz e alegrias! E começo falando não de comida, mas sobre o lugar para onde fui recarregar minha bateria: Nova Gokula, a unidade da ISKCON (Sociedade Internacional para Consciência de Krishna) localizada em Pindamonhangaba (SP).

Alguns amigos já haviam me falado sobre essa fazenda encravada na Serra da Mantiqueira. Mais sobre os quitutes vegetarianos e as lindas paisagens e nem tanto sobre o movimento Hare Krishna.  Não me lembro quando comecei a pesquisar, mas cada vez mais eu tinha certeza de ter encontrado o lugar ideal para o isolamento temporário, vulgo retiro, que eu procurava. Nada de celular, internet e televisão. Apenas muito verde, meditação, caminhadas ecológicas e  horas bem dormidas ao som da forte correnteza de um rio.

Para alimentar o espírito

Eu sabia que na fazenda a grande atração é o templo. E antes de chegar, meu interesse em relação a ele era apenas fotografá-lo e não participar das suas atividades, dos mantras, dos rituais. Eu mesma me achava uma estranha no ninho, um peixe fora da água, uma mosca branca.  E também um tanto intrusa. Mas isso foi só até ser recepcionada pelo devoto Arya Sangama Das e conhecer alguns visitantes que estavam por lá quando cheguei. Logo eu já estava no templo, curiosa, participando das cerimônias e da leitura do Bhagavad-Gita, tido como a essência do conhecimento védico.

Para alimentar o corpo

Para alimentar o corpo, suco de lulo (frutinha de origem colombiana), tchai (chá indiano com especiarias), coxinha de jaca, samosa de ricota e couve-flor, hamburguer de soja, pão integral com ghee, e outras delícias vegetarianas. Mas só salgadinhos, porque preferi comer no quiosque da Êka (Ekamurti), batendo papo com ela, do que sozinha no restaurante (sinto apenas ter perdido um almoço em que serviram lentilhas). E como é muito difícil ficar longe dos doces, até neste lugar, eu sempre passava na lanchonete pra comer sandesh, um docinho que eu adoro, feito à base de leite.

Para alimentar a mente

Acredito que nossa força diante das adversidades e dos desafios vem da mente. E que ao cuidar do espírito e do corpo, estamos cuidando dela também. Mas sinto que é preciso mais. Que é necessário meditar e exercitar o otimismo. É simples. Não e fácil. Mas descobri que é possível. Estar isolada em um lugar como Nova Gokula ajuda a pensar sobre isso.

Algumas dicas para quando você for

– Se for de ônibus até Pindamonhangaba (Viação Pássaro Marrom, saindo do Terminal Rodoviário Tietê), você pode pegar uma circular no centro da cidade que o deixará na porta da fazenda, mas a caminhada à pé na estrada de terra é longa. A melhor opção, principalmente se você estiver com uma malinha mais pesada, é o táxi. Mas não pegue na rodoviária, pois você vai acabar pagando o dobro do que deveria, como eu (paguei R$ 70). Na fazenda me passaram os contatos de dois taxistas que fazem a viagem por preços bem mais camaradas, combinando antes: Esmerino (12) 8124.0786/9628.1968 | Paulo (12) 9107.7988

– Não subestime a importância da lanterna. Ela é importante para iluminar seu caminho durante à noite, depois do jantar ou da última cerimônia do templo. A minha lanterninha deu conta do recado, mas uma maior seria muito bem-vinda pra me levar de volta ao meu quarto. Debaixo de uma chuva torrencial, no breu, eu tinha pela frente um caminho de terra, muitas poças, lama, cocô das vacas, as vacas, escadas, ponte sobre rio e sapos.

– Em época de chuva, uma galocha é perfeita. Senti muita falta disso.

– Se eu lembrar de mais alguma dica, volto aqui.

HARIBOL!

Embrulho de vegetais com filés de tofu e Las Vegans

Desde criança adoro tofu em todas as suas apresentações, principalmente as clássicas: puro com shoyu e gengibre ralado ou wasabi (pastinha de raiz forte), refogado com moyashi (broto de feijão), boiando no missoshiro (caldo de soja fermentada) e frito (aguê) para servir de saquinho para o arroz salpicado de gergelim preto tostado.

Não faz muito tempo, experimentei tofu defumado e patês de tofu. Gostei muito. Daí percebi que esse “queijo de soja” pode ser a base para muitas receitas. Até creme de chocolate já fiz com ele. Por isso, quando vi a receita de embrulho de vegetais e filés de tofu publicada pela Renata, da Las Vegans, logo me interessei.

A proposta me pareceu bem interessante: refeição leve, rápida e gostosa. E me fez lembrar que, até algum tempo atrás, eu tinha mania de papillote (embrulhar o alimento em papel alumínio e levar ao forno).

Mas confesso que achei meio chato fazer esses filés. Talvez porque fiz algo errado. Lembro que no meio do processo de drenagem eu pensava: esse é o tipo de coisa que eu tenho que comprar pronto, nunca mais vou fazer isso! Não que seja difícil, mas exige paciência. O bom é que depois de pronto, fiquei com 32 filés no freezer (na verdade 28, porque dois foram meu jantar de ontem e dois comi no almoço de hoje!).

Agora é só cortar os vegetais que eu quiser, fazer uma caminha com eles num pedaço de papel alumínio, colocar o filé de tofu congelado em cima, jogar um pouco de azeite, sal e ervas, fechar o pacotinho e mandar pro forno. Em poucos minutos tenho uma bela refeição!

Quando acabar o meu estoque, talvez eu me arrisque a fazer esses filés de tofu novamente!

A receita original, aqui.

Como eu não tinha alguns ingredientes sugeridos pela Renata, tive que improvisar. No fim, deu tudo certo.

Filés de tofu

Ingredientes:

– 1 pacote de tofu do tipo caseiro (para ter 32 filés, usei dois pacotes, se não me engano cada um deve ter 500g)

– urucum em pó (usei uma colher de café)

– cebola (usei duas de tamanho médio)

– sálvia (não usei porque não achei nem no Pão de Açúcar)

– pimenta-do-reino (não usei por restrição alimentar)

– azeite (coloquei a olho, uma porção generosa)

– um fio de melado (coloquei duas colheres de sopa)

– vinagre de maçã (não usei porque esqueci de comprar)

– sal à gosto

As quantidades são à gosto, assim como a escolha dos temperos. Mas tem que ser o suficiente para penetrar em todo o tofu, sem sobrar líquidos demais.

Modo de fazer:

Deixe o tofu drenar sobre uma boa camada de papel absorvente ou usando um escorredor amplo, com um peso por cima, por cerca de 1 hora. (Como eu não tinha base o suficiente para todos os filés, empilhei-os, intercalando com muitas folhas de papel absorvente – usei mais de um rolo. Coloquei o peso e deixei por mais de 3 horas. Ainda assim, tive que espremer um pouco antes do congelamento)

Coloque em bandejas própria para congelamento e deixe por 48 horas. Após esse período, retire do freezer e deixe descongelar: o tofu perderá assim toda a água e adquirirá uma textura mais fibrosa. (Depois de descongelado, espremi de novo)

Coloque os temperos e embale em saquinhos próprios para alimentos, deixando assim por pelos menos 1 hora (ou recongele).

Embrulho de vegetais e filés de tofu

– 1/2 chuchu descascado e cortado em lâminas finas

– 1 mandioquinha média cortada em rodelas (usei batata)

– um punhado de tiras de repolho (não usei)

– 1 tomate bem firme em rodelas

– 1/2 cebola em rodelas (não usei… esqueci!)

– azeite, sal, pimenta do reino, manjericão e ervas de provance (usei azeite, sal e alecrim)

– cerca de 1 colher (chá) de vinagre balsâmico (não usei)

Usei 1 cenoura

– coloque outros vegetais que você queira, faça outras combinações e substituições. Use a imaginação e o disponível.
Modo de Fazer:

Disponha sobre um pedaço de papel alumínio (ou de papel manteiga), apoiado em uma fôrma, os vegetais em camadas, polvilhando os temperos. Finalize com o filé de tofu congelado, regando tudo com azeite e dando um toque de vinagre balsâmico.

Dobre o papel alumínio e feche as bordas, de forma a conseguir um pacotinho. (Usei papel manteiga e acabei fazendo um pacotão..)

Asse em forno pré-aquecido a 180ºC  até que todos os vegetais estejam macios, mas não moles. Faça verificações com a ponta de uma faca depois dos primeiros 10 minutos.

Sirva imediatamente.

Las Vegans vende delícias vegetarianas

Da esq. para a dir.: Érica, Renata e Thaís

Conheci a Renata, autora desta receita, no Bazar Vegano, realizado em julho. Fui até lá para experimentar os cupcakes veganos, mas cheguei no final do evento e não tinha mais nenhum. A visita valeu porque tive a oportunidade de conhecer o trio que forma a Las Vegans: Érica, Renata e Thaís. Muito simpáticas e super atenciosas, as meninas são de Campinas, mas também fazem entrega em São Paulo.

Além de oferecer uma grande variedade de delícias veganas (sem nenhum tipo de produto de origem animal, inclusive leite e ovos), Renata, que comanda a produção da Las Vegans, ainda compartilha diversas receitas na Galeria VegVida, no Flickr.

Quem acha que a cozinha vegetariana (principalmente vegana) é limitada, vale dar uma espiadinha 😉

Lasanha de palmito

Ok , ok… Este blog tá meio abandonado, mas não desisti dele! hehehe Correria, né! Mas vamos lá! Esta lasanha fiz zilhões de vezes para meus amigos e familiares. Sempre o mesmo sucesso!  A receita é do livro O gourmet vegetariano, de Rosângela Castro.

Muito fácil de fazer e, como a própria autora apresenta, essa lasanha é “divinamente saborosa”. Experimente fazer uma vez e terá que fazer várias vezes! =)

Ingredientes:

250 gr de massa para lasanha (Uso da Petybon, daquela que vai direto ao forno)

4 tomates grandes e bem vermelhinhos

1 cebola grande

4 colheres (sopa) de óleo (uso manteiga)

1 colher (sopa) de açúcar

1 vidro grande de palmito

Manjericão a gosto

2 xícaras de leite

2 colheres (sopa) de manteiga

2 colheres (sopa) de amido de milho

50g de queijo parmesão ralado

noz-moscada ralada a gosto

250 gr de queijo mozzarella fatiado

Sal a gosto

Orégano a gosto

Azeite de oliva a gosto

Modo de fazer:

– Numa panela grande, coloque água para ferver, acrescente sal e óleo e coloque a massa para cozinhar. Mexa de vez em quando. (Se usar a da Petybon, não precisa cozinhar).

– Escalde os tomates em água fervente e logo em seguida banhe-os em água fria para retirar a pele. Em seguida, retire as sementes e pique-os.

– Corte a cebola em tirinhas finas, refogue-as no óleo (ou manteiga) até que fiquem bem douradas e acrescente os tomates. Adicione o sal a gosto e o açúcar, para amenizar a acidez dos tomates. Deixe cozinhando para formar o molho e, por fim, junte o palmito picado e o manjericão.

– Prepare o creme de parmesão: misture o leite com o amido de milho, a manteiga e o queijo parmesão ralado. Leve ao fogo, mexendo sempre até engrossar. No final, acrecente noz-moscada ralada.

– Monte a lasanha, untando uma forma refratária com azeite. Coloque primeiro uma camada fina de creme de parmesão; depois, uma de massa; a seguir, molho com palmito; depois uma de massa, creme, fatias de mozzarella. Complete as camadas, alternando-as desta maneira: massa, molho com palmito, massa, creme, queijo mozzarella. Regue com azeite de oliva e polvilhe com orégano.

– Leve ao forno pré-aquecido e deixe até o queijo ficar bem derretido.